sábado, 8 de maio de 2010

Mundo Cizento

Um poço sem fundo,
Um labirinto sem fim,
Um silêncio profundo
Que insiste em me pôr assim.

Um sorriso esqueçido,
Um olhar apagado,
Um pensamento afastado
Em que me esqueço de tudo.

Tudo se desmorenou,
Tudo se perdeu,
Está tudo esqueçido

Quem sorri já chorou,
Quem chorou já perdeu
É tudo isto uma história em que o fim sou eu.

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